Um guia que fiz sobre como nomear ruas no OpenStreetMap a partir de mapas do IBGE, vejam:
http://codigourbano.org/como-nomear-ruas-no-openstreetmap-a-partir-de-mapas-do-ibge/

Um guia que fiz sobre como nomear ruas no OpenStreetMap a partir de mapas do IBGE, vejam:
http://codigourbano.org/como-nomear-ruas-no-openstreetmap-a-partir-de-mapas-do-ibge/

Na última semana, venho realizando correções na região de Porto das Caixas, bairro do 2° distrito de Itaboraí/RJ. A localidade estava muito desorganizada, com falta de ruas e ruas sem nome, sendo feitos as seguintes atividades:
Brevemente seguirei para alterações em Visconde de Itaboraí.
Hoje pela primeira vez, resolvi editar algumas ruas em meu bairro, sendo que é a primeira vez que faço isso. Acredito que estou contribuindo com as correções dos lugares que conheço com detalhes e que estavam com informações ausentes (sem nome nas ruas) ou erradas (ruas com escadas não informadas e rua com nome errado). Também acrescentei mão correta das vias que não tinham estas informações. Espero que este material não se perca e seja incorporado ao mapa de forma definitiva.
Mais uma da série “Formas diferentes de visualizar o mapa”
Não sei se todos conhecem, mas existe um tipo de relação específica para rotas de rodovias/estradas.
Todas as relações, de modo geral, servem para agrupar objetos com uma mesma característica ou para compartilhar elementos (evitando assim objetos desnecessários ou duplicados no mapa).
No caso das relações de rota, é algo muito útil para associar as várias partes de uma mesma rodovia, para representar diferentes trechos compartilhados¹, rotas turísticas (a Estrada Real é um bom exemplo que poderia ser mapeado no OSM), verificar continuidade, entre outras coisas.
¹ O que seria um “trecho compartilhado”?
Peguemos um trecho qualquer da SP-330, a Rodovia Anhanguera:
way/241173757
Este mesmo trecho faz parte de “duas” rodovias (ou de outra forma, possui duas denominações):
SP-330: relation/597999
BR-050: relation/4476351
Este pedaço poderia fazer parte de tantas outras rodovias ou rotas (turísticas, de ônibus, etc) quanto for necessário, sempre utilizando relações para isso.
Mas bem, quem trabalha com relações de rota já deve ter tido dificuldade de visualizá-las no JOSM. Ou a minha ignorância é grande e não consegui achar como fazer isso no JOSM ou ele realmente não tem uma opção de destacar todos os trechos que fazem parte de uma relação (e manter o destaque, mesmo selecionando e editando outros objetos).
Só que isso é muito fácil com, é claro, mágica!
Aproveitando o fim de semana pra fazer um reconhecimento de uma área muito importante de Ribeirão Grande pelo conteúdo histórico e natural, ainda com pouca informação geográfica pública.
Não conhecia o lugar pessoalmente então a visita. Como sabia que tinha muita lama e estava a fim de pedalar um pouco, fui de bike mesmo. E era muita lama mesmo! Confesso que me arrependi de não ter levado o suporte pra tirar fotos, pois poderia ter tirado muito mais fotos e sequências melhores… segurei o celular pra tirar as fotos e os disparos foram na maioria das vezes manuais…
Depois da visita, as imagens de satélite da Mapbox que que cobriam a região passaram a me fazer sentido e pude desenhar os dados no mapa do OpenStreetMap. Infelizmente usar outro aplicativo de registro de trilha junto com o Mapillary fez meu celular travar muito, e a gravação do meu percurso fracassou… devia ter usado o OsmTracker que é super leve. Alguns detalhes importantes desses locais foram registrados no Mapillary :)
Uma ideia que rolou em 2015 foi divulgar alguns Encontros Regionais do Acessa SP…
Confira o mapa do Encontro Regional.
Mais detalhes em http://rede.acessasp.sp.gov.br/blogada/encontros-regionais-do-acessa-sp

Aproveitando um sábado, dia 23 de maio, para registrar um pouco do Rio das Conchas, um importante rio que delimita uma grande parte da fronteira do município de Ribeirão Grande.
Junto com minha esposa e meu sogro que tem um grande conhecimento local entramos literalmente no rio e subimos alguns quilômetros registrando alguns detalhes naturais.
Confira o mapa e fotos no Mapillary clicando nas fotos abaixo:
Mapillary é um serviço colaborativo para mapear o planeta através de fotografia. Usando ferramentas simples, como smartphones ou câmeras de ação qualquer pessoa pode participar enviando fotos. É um verdadeiro registro do mundo através de fotos e todos nós podemos fazer isso juntos.
Nesse vídeo você vera uma explicação inicial sobre como utilizar: https://youtu.be/RLEDDwgV1Jc Legendando em português e inglês, sugestões na tradução são bem-vindas :)
Mas saiba que você pode muito mais, explore o site e fique por dentro de tudo que você pode fazer usando Mapillary… confira do próprio site algumas leituras altamente recomendadas que vão te interessar ainda mais sobre essa ferramenta:
http://www.mapillary.com/about
http://www.mapillary.com/developer
Você também pode usar Mapillary para doar fotos para Wikipédia!! Uma ferramenta foi criada chamada pra isso, mapillary2commons :) https://tools.wmflabs.org/mapillary-commons/mapillary2commons/
Da série “Formas diferentes de visualizar o mapa”
Quem já abriu os limites de um país (ou região, estado, etc) no JOSM já percebeu que a exibição não é nada colorida (afinal, o JOSM é um programa de edição de dados e não de imagem):

Mas isso significa que não podemos ter algo colorido?
E se eu quiser o meu país nas cores dele?
Da série “Formas diferentes de visualizar o mapa”
O Brasil é muito grande e tem muitos locais habitados (eu sei disso e você também sabe):

Tudo isso é o que existe de https://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tag:place=city, https://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tag:place=town, https://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tag:place=village e https://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tag:place=hamlet.
Só que ter algo pontual, sem cor, sem informação nem qualquer outro atributo é muito chato de se ver.
Mas com o JOSM e um pouco de magia negra dá para, de forma muito simples, visualizar de outras formas (e fazer análises, se quiser).
Por exemplo, os mesmos dados coloridos com intensidade baseada na classificação do local (cidades maiores de 100 mil habitantes são verdes, entre 10 e 100 mil amarelas, menor de 10 mil alaranjadas, hamlets marrons e tem uns roxos que não lembro se talvez escaparam alguns https://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tag:place=isolated_dwelling):
Campo Grande/MS, cidade onde estou morando atualmente, está com um mapa bem completo. Praticamente todas as vias tem nomes, quase não há vias a serem acrescentadas, já existem pontos com os nomes dos bairros principais (falta as relações) e muitos pontos te interesse foram adicionados.
Mas ainda se observa erros como os dessa imagem:

Eu gostaria de reunir os colaboradores OSM da cidade para discutirmos questões como essa e as prioridades para o melhoramento (para torná-lo quase perfeito) do mapa da cidade.
Se algum user da cidade ler essa mensagem, por favor entre em contato.
No dia 04/05/2015, 6 alunos da turma 3*M03 do turno matutino da escola Jacaraipe, se deslocaram até a Lagoa do Juara para recolher sedimento e água de cinco rios. Logo em seguida, foram para o Ribeirão Juara, um ponto do rio Jacaraípe em São Patricio, Desembocadura do Rio Jacaraípe na praça Encontro das Águas e em uma antiga lagoa em Costa Dourada, recolhendo água e sedimentos de todos os pontos. Fomos de bicicleta nos lugares citados acima, usamos o celular para marcar os pontos no GPS, e o esforço de cada um para que todo o processo fosse realizado com sucesso.
5 alunos da turma 3°M03 do turno matutino da escola Jacaraípe, se deslocaram até a Lagoa do Juara para recolher sedimento e água. Logo em seguida foram para o Ribeirão Juara e recolheram sedimentos e águas de três pontos diferentes. Usamos coletores universais transparentes, para recolher a água e o sedimento. Fomos de bicicletas para os lugares citados acima, usamos o celular (LGL3) para marcar os pontos no GPS, e o esforço de cada um componente para que todo o processo fosse realizado.
Nosso grupo foi aos pontos marcados atras das amostras no dia 06/05, estávamos em seis pessoas inicialmente, mas infelizmente esse numero foi reduzido para cinco porque um do grupo precisou sair por motivos pessoais (o que n atrapalhou em nada). Quanto ao as amostras, coletamos sedimentos de todos os pontos e a água de dois (Lagoa do Rancho S. Azul e Córrego São Francisco). Andamos em torno de 3 quilômetros deis do primeiro ponto (Lagoa do Rancho S. Azul) até o ultimo (2° ponto da lagoa do Juara).
Realizado no dia 06 de maio, 2015. Trabalho de campo desenvolvido com 7 alunos com o tema hidrologia. A localização foi pelo córrego das laranjeiras, começamos a nossa rota pela rua Caiçaras, até chegar na rua São Paulo. O material coletado foram sedimentos do solo e água do córrego, passamos pelos 5 pontos e coletamos sedimentos. Foram fotografados os 5 pontos, foram filmados os locais, e coletado informações. Com base no trabalho feito de hidrologia, seguimos a rota de um córrego, percebemos ao percursso de todo o córrego que se encontra poluido, esgoto vindo de moradores, vegetação ao redor e presença de mata ciliar, moradias e construções por todo o córrego, animais que vivem ao redor, chorume que polui o solo em volta.
6 alunos da turma 3*M03 do turno matutino da escola Jacaraipe, se deslocaram até a praça Encontro das Águas para recolher sedimento e água do rio. Logo em seguida foram para a Lagoa do Juara e recolheram sedimento e água de três pontos diferentes para em seguida fazer a avaliação. Usamos 10 coletores universais transparentes, para recolher a água e o sedimento, 10 sacolinhas transparentes para recolher algum tipo de vegetação presente no local. Fomos de ônibus para os lugares citados acima, usamos o celular para marcar os pontos no GPS, e o esforço de cada um para que todo o processo fosse realizado com sucesso.
No feriado de Tiradentes, dia 21 de abril, aproveitei para dar um passeio na mata, e anotei alguns detalhes interessantes. Usei meu celular e os aplicativos Viewranger para gravar a trilha e Mapillary para registrar em fotos. Encontrei rochas grandes, trilhas antigas usadas por antigos agricultores e nascentes.
No mapa de campo grande-mato grosso do sul-brasil faltam algumas rua como por exemplo: rua julia pereira de souza
Para quem não conhece, temos um site com bastante tipo de estatísticas e visualizações de dados em http://resultmaps.neis-one.org/
Uma delas é a parte que mostra as estatísticas diárias de um determinado país, como a do Brasil
Dando uma breve olhada nos gráficos a gente acaba reparado em alguns picos bem atípicos para o padrão de edição em nosso país:

O pico maior de adição de nós ocorreu em 27 de fevereiro de 2014 (mais de 1 ano atrás), com 89404 nós adicionados (seguido de várias remoções).
Os dois próximos picos em verde ocorrem em 19 de janeiro desse ano, com 50133 nós adicionados, e em 9 de março, com 50862 nós.
Mas como encontrar o que foi alterado nesse dia sem precisar baixar o mundo inteiro ou ter uma base histórica do Brasil inteiro?
Através da API do OSM (devo uma cerveja pro pnorman pela sugestão)
Para obter os changesets de uma área precisamos do bbox e do período que desejamos.
O bbox conseguimos de forma bem fácil através do JOSM: